
Três anos atrás, reconhecer alguém da sua equipe passava por um e-mail para o fornecedor, um telefonema para acertar o detalhe e uma pasta de comprovantes que ninguém abria de novo. O gestor tinha a intenção certa e quase nenhuma forma de saber se o gesto tinha chegado. Quando a Immaginare virou IMMA, a tecnologia no reconhecimento mudou justamente esse trecho: o gesto saiu da caixa de entrada...


